quinta-feira, 21 de julho de 2011

A lógica da batata

Para quem tem de almoçar fora com frequência, como eu, a batata frita é omnipresente. Incontornável. Basta passear o olhar por qualquer ementa num restaurante mediano e lá estão elas: no bife, na alheira, no lombo, na carne de porco à alentejana. Só o peixe escapa, mas por pouco. Há contudo alternativas como o arroz de polvo ou italianices mais dadas às massas, mas não deixa de ser difícil fugir às batatas fritas. Se uma pessoa almoçar fora duas semanas seguidas, perfaz 10 almoços. Dependendo da oferta e da carteira, e se for possível acompanhar o prato com legumes, safa-se, senão lá vão cinco dias em dez de batatas fritas. Não tenho nada contra as batatas fritas, pelo contrário. Mas gosto mesmo é assadas a murro, afogadas em azeite extra-virgem. Gostava era que houvesse mais imaginação e as substituissem por coisinhas mais saudáveis. O meu perímetro abdominal agradecia.

2 comentários:

  1. É tão verdade o que dizes! Da minha parte peço sempre para excluírem a batata frita. Do género: um bitoque sem batata frita! Mas mesmo quando pedimos os pratos sem a batata, às vezes fazem ouvidos moucos e trazem a batata na mesma! Prefiro batata a murro sem dúvida!

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  2. Concordo contigo! E para isso te deixo a sugestão de sempre que pedires o que quer que seja pergunta se tem batata. Se tiver, perguntas se é possível substituir por arroz, e pede sempre uma saladinha a acompanhar. Em vez disso, se preferires, para ajudar a saúde, ao tal "perímetro" e ainda ao bolso, porque não levar uma marmitazinha de casa com o resto do jantar, e até mesmo, e porque não, os lanchezitos mata-bicho!! São cerca de 10 € que se poupa, se se for a ver bem! ;D

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